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Quem faz compras já percebeu. Seja no supermercado ou na feira os produtos estão com preço elevados. E o pior. Não tem previsão de queda de preços. Depois da alta de setembro, o leite que bateu recorde, registrou queda de quase um por cento no mês passado.
Preços sem previsão de queda
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Quem faz compras já percebeu. Seja no supermercado ou na feira os produtos estão com preço elevados. E o pior. Não tem previsão de queda de preços. Depois da alta de setembro, o leite que bateu recorde, registrou queda de quase um por cento no mês passado.
E de acordo com o índice de preços dos supermercados, outro item que seguiu o mesmo ritmo, foi a cebola, com uma queda de 7,38%. Mas o consumidor ainda não sente a diferença no bolso.
Apesar dessa queda em alguns produtos, a maioria dos alimentos teve aumento em outubro. É o que diz o levantamento da APAS, associação paulista de supermercados. De acordo com a entidade, o alto valor do dólar, que impacta em produtos como óleo e carne, está entre o principal motivo para este cenário. No acumulado do ano é de 10,78%. E não deve ter queda neste mês de novembro e nem dezembro.
Em outubro, a carne bovina teve aumento de 5,38%. A proteína suína, 8,44%. E a carne de aves subiu 9,16%. Esses índices podem influenciar e deixar mais caros os produtos típicos de fim do ano, como tender e peru.
Os produtos naturais também estão nessa lista, aumentaram 5,73%. As frutas tiveram um aumento de 6%. E os legumes de quase 10%. Entre os produtos, a berinjela registrou o maior índice, 33,34%. Na sequência aparece a vagem, a batata, o mamão e o tomate.
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