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Foi preso nesta quinta-feira (18) o homem de 57 anos apontado como responsável por agredir e torturar um menino autista de 8 anos.
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O homem negou as acusações, alegando que o contato íntimo relatado seria apenas uma “demonstração de carinho”.
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Foi preso nesta quinta-feira (18) o homem de 57 anos apontado como responsável por agredir e torturar um menino autista de 8 anos. Ele deve responder por tentativa de homicídio qualificado. O caso aconteceu na Vila Barão, em Sorocaba, entre a noite de domingo (14) e a madrugada de segunda (15).
A Polícia Civil informou mais detalhes do caso, em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (18).
Além da tentativa de homicídio, o suspeito deve ser indiciado por tortura. A esposa, considerada coautora do crime, também deve ser indiciada por tortura. Ambos estão presos temporariamente.
O setor de investigação teve acesso às imagens de câmeras de segurança próximas ao local do crime. O menino de 8 anos, que desapareceu de casa logo após pedir uma caneta à mãe, aparece observando uma câmera de monitoramento. Sobe numa estrutura e fica olhando para cima. Na sequência, usa algumas estruturas de madeira para escalar e tenta mexer no equipamento. Ele foi visto pelo dono da casa, se assusta e corre. Mas o morador vai atrás e volta arrastando o garoto, minutos depois.
Segundo a polícia, o homem colocou o menino para dentro da casa. A partir dali, começou uma sessão de tortura, de cerca de seis horas. O agressor passou a bater na vítima com ripas de madeira, arrancou um pedaço da orelha da criança usando um alicate e teria dado metade de um remédio antidepressivo para dopar o garoto.
Depois de parte do terror, ele esconde o garoto desacordado, debaixo de caixas, na caçamba de seu veículo. O leva para um matagal onde continua as agressões. Segundo a Polícia, o homem só não matou a criança graças à chegada de uma pessoa em situação de rua.
À parte ao trabalho da polícia, o garoto segue internado no Conjunto Hospitalar de Sorocaba. O estado de saúde é considerado estável.
https://youtu.be/tK2qQvlou_Q
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Durante as ações, os fiscais verificam se as balanças estão regularizadas e se mostram apenas o peso do alimento, sem incluir sacolas ou recipientes, por exemplo.
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