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A Polícia Civil trabalha para identificar o site que teria vendido de forma clandestina o medicamento do chamado “kit aborto” à jovem de Votorantim que morreu no sétimo mês de gestação.
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O homem negou as acusações, alegando que o contato íntimo relatado seria apenas uma “demonstração de carinho”.
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A Polícia Civil trabalha para identificar o site que teria vendido de forma clandestina o medicamento do chamado “kit aborto” à jovem de Votorantim que morreu no sétimo mês de gestação. Ela e o namorado compraram o remédio pela internet e o próprio rapaz teria aplicado injeções na moça de 20 anos.
De acordo com o delegado, que comanda as investigações, o inquérito já foi aberto e a polícia aguarda laudos periciais que vão determinar qual o medicamento usado pela jovem.
O namorado dela, que tem 22 anos, foi preso e liberado depois de uma audiência de custódia. O celulares dele e da namorada foram apreendidos. De acordo com a defesa do rapaz, ele colabora com as investigações e está à disposição para qualquer esclarecimento.
Entenda o caso
Na madrugada do dia 26, terça-feira, os pais da jovem acordaram com o som do despertador que não parava de tocar. Quando chegaram ao quarto da filha, a encontraram sem vida.
Os bombeiros e a polícia foram acionados e o namorado procurado para buscar mais informações. Ele revelou a gravidez de sete meses e a decisão de realizar o aborto.
De acordo com o boletim de ocorrência, a jovem e o namorado compraram um “kit aborto” pela internet e tiveram a ajuda de uma técnica, que passou as instruções de como realizar o procedimento. Com a ajuda do namorado, a jovem usou o medicamento em uma pousado no Campolim na manhã do domingo (24).
Ainda conforme a ocorrência da polícia, ela voltou para casa e começou a passar no dia seguinte, relatando ao namorado pelo whatsapp que estava com cólicas vômito e diarreia. Na conversa, ela disse que queria falar com os pais, mas o namorado pediu que esperasse.
https://youtu.be/_lsAfAp9Lfg
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