Polícia Civil de Sorocaba desmonta esquema clandestino de mineração de criptomoedas

Policial, Sorocaba | 0 Comentários

TV Sorocaba

7 de agosto de 2025

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A atividade era considerada clandestina por operar sem autorização legal, sem o pagamento de tributos e com o uso indevido de energia elétrica.

Itens apreendidos pela polícia.

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A Polícia Civil de Sorocaba, por meio da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC), realizou uma operação para cumprir Mandados de Busca e Apreensão relacionados a um esquema clandestino de mineração de criptomoedas que operava de forma irregular na cidade, nesta quinta-feira (7).

A ação ocorreu simultaneamente em vários endereços e contou com a participação de 22 policiais civis, além do apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE). Durante as diligências, os agentes encontraram e apreenderam 59 equipamentos ASIC (Circuito Integrado de Aplicação Específica), todos em pleno funcionamento e utilizados na mineração de criptomoedas. Também foram apreendidos dois notebooks, uma CPU e um aparelho celular.

As ordens judiciais foram cumpridas nos bairros Jardim Guaíba, Parque São Bento, Vila Barcelona e Jardim Santa Marina, todos localizados em Sorocaba. Equipes do Instituto de Criminalística e da CPFL acompanharam a operação e constataram irregularidades no fornecimento de energia elétrica, confirmando o furto de energia, que é uma das principais características dessas operações ilegais.

A atividade era considerada clandestina por operar sem autorização legal, sem o pagamento de tributos e com o uso indevido de energia elétrica, o que configura crime de furto. A estrutura desmontada era sofisticada e funcionava de forma contínua, com alto consumo de energia, fato que chamou a atenção das autoridades e levou ao início da investigação. De acordo com as apurações, esse tipo de esquema visa obter lucros elevados e reduzir custos, já que a mineração legal de criptomoedas exige alto investimento em infraestrutura e energia. Além disso, operações clandestinas buscam evitar fiscalização tributária e dificultar o rastreamento de transações, podendo estar associadas a crimes como lavagem de dinheiro e fraudes cibernéticas. A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar todos os envolvidos.


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