Buraco na cabeceira da ponte sobre o Córrego Supiriri obriga o trânsito a fluir em apenas duas faixas
Criado em 2008 para proteger fauna e flora da região, o espaço apresenta estruturas deterioradas, falta de manutenção e ausência de atividades
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Quem se aproxima da entrada do Parque Natural Municipal Corredores da Biodiversidade, em Sorocaba, encontra mais motivos para ir embora do que para seguir em frente. A placa de identificação está desbotada, a guarita de entrada foi abandonada e os sanitários se tornaram espaços vazios e sujos. O cenário é de abandono: mato alto, estruturas deterioradas e nenhuma sinalização indicativa.
O parque foi construído em 2008 após um acordo de compensação ambiental firmado durante a instalação de uma montadora japonesa no final da Avenida Itavuvu. De acordo com informações oficiais, o objetivo do local é proteger integralmente a fauna e a flora típicas da região, além de promover atividades de educação ambiental, recreação em contato com a natureza e turismo biológico.
Apesar disso, a realidade é bem diferente do que ainda consta nos canais oficiais. Uma placa indica a existência de um quiosque, mas apenas a estrutura permanece. As trilhas, que deveriam servir à visitação e à observação ambiental, não levam a lugar algum.
Sem manutenção nem atividades abertas ao público, o Parque Corredores da Biodiversidade tornou-se um espaço esquecido. Criado para ser um ponto de preservação e educação ambiental, hoje é apenas um retrato da falta de cuidado com o patrimônio ecológico da cidade.
Prefeitura
Em nota, a Prefeitura de Sorocaba informou que o Parque Natural Municipal Corredores de Biodiversidade segue cumprindo suas funções de preservação ambiental, mesmo com o Centro de Visitantes desativado. O local protege nascentes, áreas verdes e corredores ecológicos na Zona Norte da cidade.
Segundo a administração municipal, as decisões sobre o parque serão discutidas pelo Conselho Gestor, reativado recentemente. A Prefeitura também destacou que a manutenção do espaço está em dia, incluindo os aceiros, que têm evitado a ocorrência de incêndios nos últimos anos.
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