Incêndio aconteceu na noite de sexta-feira (13); ninguém ficou ferido.
De acordo com o processo, o homem teria desrespeitado a ordem de afastamento do lar poucas horas após ser formalmente informado sobre as restrições
Foto: Google Maps
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A Justiça decretou a prisão preventiva do diretor do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) por descumprir medidas protetivas e praticar violência doméstica contra a companheira. A decisão atende a um pedido do Ministério Público e foi expedida pela Vara do Juizado Especial Criminal e de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O mandado foi expedido em 13 de fevereiro, mas só agora o assunto se tornou público.
Segundo a decisão judicial, há indícios suficientes de autoria e materialidade do crime, com base no depoimento da vítima e em outros elementos reunidos na investigação. O caso envolve o descumprimento de medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.
De acordo com o processo, o homem teria desrespeitado a ordem de afastamento do lar poucas horas após ser formalmente informado sobre as restrições. Imagens anexadas ao inquérito indicam que ele voltou ao imóvel no mesmo dia em que a ocorrência foi registrada.
Ainda conforme a decisão, o suspeito teria causado danos dentro da residência, urinado em roupas da vítima, colocado uma substância não identificada no filtro de água e levado pertences dela.
A juíza responsável pelo caso considerou que a prisão preventiva é necessária para garantir a segurança da vítima e a ordem pública. O entendimento da magistrada é que outras medidas cautelares não foram suficientes para impedir novas ameaças ou episódios de violência.
A decisão também destaca o risco de intimidação da vítima caso o investigado permaneça em liberdade, o que poderia prejudicar o andamento do processo.
Com isso, a Justiça determinou a expedição do mandado de prisão preventiva. Após o cumprimento da ordem, a polícia terá prazo de dez dias para concluir o inquérito policial relacionado ao caso.
Nota do Estado
Informamos que o colaborador se encontra afastado de suas funções. A decisão foi tomada no dia 18 de fevereiro, desde que foi dado conhecimento de acusações, no âmbito criminal, que estão sendo apuradas pela Polícia Civil de Sorocaba.
O afastamento se faz necessário para que o médico atenda às determinações das autoridades e será mantido até que todos os fatos relativos à sua vida pessoal sejam definitivamente esclarecidos.
A produção da TVS+ procurou a defesa do diretor do CHS, mas não teve resposta.
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