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Sorocaba iniciou um projeto de monitoramento da qualidade do ar com a instalação de estações que identificam poluentes.
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Sorocaba deu um importante passo na luta contra a poluição com a instalação de novas estações de monitoramento de qualidade do ar. Esses equipamentos, que à primeira vista podem parecer simples, são capazes de identificar produtos químicos e poluentes no ar que podem prejudicar tanto o meio ambiente quanto a saúde da população.
O projeto é resultado de uma parceria entre o Parque Tecnológico de Sorocaba e a Universidade Estadual Paulista (UNESP). Segundo Nelson Cancellara, presidente do Parque Tecnológico de Sorocaba, o objetivo é mapear as áreas mais afetadas pela poluição na região. “Um projeto que visa definir onde tem pontos de poluição. Com o tempo, ele vai capturar partículas, identificar quais regiões sofrem mais e gerar um documento que acumule todas essas informações”, explicou Cancellara.
Essas estações utilizam espumas internas que absorvem os poluentes, permitindo a análise detalhada da composição do ar. Atualmente, além da estação no Parque Tecnológico, foram instalados outros quatro equipamentos na região. Em Votorantim, uma estação foi instalada na Represa de Itupararanga, enquanto em Itu, o monitoramento é realizado na Faculdade de Tecnologia (FATEC). Sorocaba conta com duas estações adicionais: uma no campus da UNESP e outra na Escola Técnica Estadual (ETEC) Rubens de Faria e Souza, no Jardim Vergueiro.
A localização da ETEC, na movimentada Avenida Comendador Pereira Inácio, foi estrategicamente escolhida devido ao alto fluxo de veículos, que contribui significativamente para a poluição do ar. Sorocaba é um grande polo industrial, com várias empresas e indústrias espalhadas pelos bairros. Com as estações, será possível identificar quais pontos do município têm maior incidência de poluição. A primeira coleta será realizada em outubro, permitindo o acesso aos primeiros resultados.
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O prédio que abriga o instituto de ensino e a nova unidade de negócios da faculdade conta com cerca de 472 metros quadrados, distribuídos em área de convivência, biblioteca virtual, sala dos professores, salas de simulação, além de quatro salas de aula que podem ser transformadas em auditório.
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