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A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Jundiaí realizou nesta terça-feira (14) uma operação para o fechamento de uma clínica de estética que estaria funcionando de forma irregular. Duas mulheres foram presas.
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A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Jundiaí realizou nesta terça-feira (14) uma operação para o fechamento de uma clínica de estética que estaria funcionando de forma irregular. Duas mulheres foram presas.
Foi cumprido um mandado de busca e apreensão em um consultório situado em prédio no bairro do Anhangabaú, após investigações preliminares que apontaram que havia anúncio em um site e redes sociais sobre o estabelecimento, que efetuava tratamentos à laser e aplicação botox. Foi constatado que uma das proprietárias é biomédica, mas não tem especialização e nem autorização dos órgãos de classe para realização dos procedimentos, ao passo que a outra sequer tem formação que a habilite atuar nesse segmento.
Quando os policiais chegaram, uma paciente estava sendo submetida à tratamento denominado “Plasma Gel”, consistente na retirada de sangue de suas veias, processamento em um equipamento e em seguida seria injetado o material em seus glúteos, mas isso não se concretizou em razão da ação policial. Foram encontrados diversos produtos vencidos, além de anestésicos cuja utilização é proibida no Brasil.
Fiscais da Vigilância Sanitária que acompanharam as diligências afirmaram que a clínica não possui alvará de funcionamento e diversas irregularidades foram constatadas, dentre elas falta de autorização para uso de equipamentos, e até mesmo armazenamento irregular de sangue e substâncias dos procedimentos estéticos, pois não havia local para descarte adequado.
Foram apreendidos telefones celulares, notebook e documentos diversos, para continuidade das investigações; Perícia técnica foi requisitada para o local. A Vigilância Sanitária fará as autuações cabíveis, podendo ocorrer lacração do estabelecimento;
As duas responsáveis pelo local foram autuadas em flagrante delito por crime contra a saúde pública, cuja pena é de 10 a 15 anos de reclusão,.Elas foram encaminhadas à cadeia pública de Itupeva e serão submetidas à audiência de custódia; Prosseguem investigações, para apurar envolvimento de outras pessoas e até mesmo verificar se pode ocorrer caracterização de outros crimes.
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