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Preço de carne pode ficar até 8,9% mais caro em açougues e mercados do estado de São Paulo. Isso deve acontecer porque o governo aumentou na última sexta-feira (15) a base de cálculo do imposto estadual, que tinha uma alíquota de 7%.
Carne acumula 18% de aumento e mais 8% já está previsto
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De acordo com a ABBT, o reajuste do vale-refeição dos trabalhadores não acompanha a variação dos preços praticados pelos restaurantes.
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Preço de carne pode ficar até 8,9% mais caro em açougues e mercados do estado de São Paulo. Isso deve acontecer porque o governo aumentou na última sexta-feira (15) a base de cálculo do imposto estadual, que tinha uma alíquota de 7%. Essa alíquota foi mantida apenas para grandes redes. Micros, pequenos açougues e supermercados, consideradas empresas do simples, passaram a ter uma alíquota de aproximadamente 13,3%.
No ano passado, o preço das carnes subiu quase 18%, segundo o IPCA, índice nacional de preços ao consumidor amplo. O percentual foi vezes maior que a inflação geral do período.
Um levantamento da Fiesp, a federação das indústrias do estado de São Paulo, aponta que pode haver mais um reajuste, de quase 9%, no preço da carne. Depois de muitos protestos, o governador João Doria voltou atrás e manteve benefícios fiscais pra alguns alimentos, insumos agrícolas e medicamentos na cobrança do ICMS, o imposto sobre circulação de mercadorias e serviços, mas não mudou a cobrança relacionada às carnes. Só grandes redes terão redução na base de cálculo do tributo.
https://youtu.be/X_zU7c8WSKk
De acordo com a ABBT, o reajuste do vale-refeição dos trabalhadores não acompanha a variação dos preços praticados pelos restaurantes.
O objetivo é evitar possíveis aumentos considerados injustificados e garantir que os consumidores não sejam prejudicados.
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