Acidente no km 190 da SP-270 provocou interdição total no sentido oeste e congestionamento de cerca de 850 metros
O aumento do dólar influência, de qualquer jeito o dia a dia das pessoas. Agora com os reflexos da pandemia do coronavírus então, até o pãozinho francês deve ficar mais caro...
Acidente no km 190 da SP-270 provocou interdição total no sentido oeste e congestionamento de cerca de 850 metros
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O aumento do dólar influência, de qualquer jeito o dia a dia das pessoas. Agora com os reflexos da pandemia do coronavírus então, até o pãozinho francês deve ficar mais caro. Outros produtos importados também serão influenciados.
Em alguns produtos, como vinhos de outras nacionalidades, o consumidor não vai sentir esse aumento de imediato, mas logo ele vai chegar. Para os próximos meses é esperado um reajuste de até 15% nos produtos importados segundo especialistas. Um vinho argentino, por exemplo, custa 140 reais agora, mas pode chegar a 160.
Até o pãozinho francês que a gente tá acostumado a comer sempre deve ficar mais caro. Isso por conta do trigo que é importado. Nas padarias, o quilo do pão tá 14 reais e noventa centavos, mas esse valor não vai durar por muito tempo. O quilo poderá chegar a 16 reais e 39 centavos. Não tem jeito, uma hora ou outra, o valor vai ser repassado para o consumidor final.
Nos patamares registrados atualmente perto dos cinco reais o dólar tem efeitos diretos na economia. Dos aluguéis à gasolina, do vinho importado ao celular, das dívidas das empresas ao investimento, das contas públicas a viagens internacionais, o dólar influencia o dia a dia do brasileiro, direta ou indiretamente.
Pela previsão dos analistas ouvidos pelo boletim Focus do Banco Central, o Dólar não deve custar menos de R$ 4 até 2023.
De acordo com a ABBT, o reajuste do vale-refeição dos trabalhadores não acompanha a variação dos preços praticados pelos restaurantes.
O objetivo é evitar possíveis aumentos considerados injustificados e garantir que os consumidores não sejam prejudicados.
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