Menino de 11 anos vendia doces para ajudar a família e recebeu apoio do poder público e da iniciativa privada
Mulher possuía medida protetiva contra o ex-namorado, que descumpriu determinação judicial e fugiu após as agressões
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Vítima acionou a Guarda Civil Municipal pelo programa Protege Mulher após encontrar o ex-companheiro dentro da residência
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Um homem acabou preso na madrugada deste sábado (20) após invadir a casa da ex-companheira, agredi-la e descumprir uma medida protetiva de urgência em Salto de Pirapora. Guardas civis municipais realizavam patrulhamento pelo bairro Jardim América quando encontraram a vítima pedindo socorro. No mesmo momento, a equipe presenciou o suspeito puxando os cabelos da mulher.
Ao perceber a aproximação da viatura, o suspeito correu em direção a uma área de mata. Os guardas prestaram atendimento à vítima e iniciaram as buscas pelo agressor.
A mulher contou aos agentes que o ex-companheiro invadiu a residência sem autorização por volta da meia-noite. Segundo o relato da vítima, o ex-namorado entrou no imóvel, pegou a filha do casal, de apenas um mês de idade, no colo e iniciou uma série de agressões físicas.
A mulher afirmou que sofreu um soco na boca e recebeu chutes no peito, no braço direito e na perna direita. Depois, já na área externa da residência, Alan voltou a agredi-la ao puxar seus cabelos.
Durante as buscas, a Guarda Civil Municipal localizou o suspeito em uma rua próxima ao local da ocorrência e efetuou a prisão.
A vítima informou aos agentes que a Justiça concedeu medidas protetivas de urgência em fevereiro deste ano, após outros episódios de violência durante o relacionamento. Segundo Gabrieli, o ex-companheiro apresentava comportamento agressivo, principalmente quando consumia bebida alcoólica.
Os guardas encaminharam Alan à Santa Casa de Salto de Pirapora para exames cautelares e, posteriormente, ao Plantão Policial de Votorantim. A equipe utilizou algemas devido ao risco de fuga e para garantir a segurança dos envolvidos.
Os agentes também registraram fotograficamente as lesões apresentadas pela vítima, que relatou ferimentos no lábio, braço direito, perna direita e região do peito. Ela recebeu orientação para realizar exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) de Sorocaba.
Durante o depoimento, Gabrieli manifestou preocupação com a própria segurança e pediu que o agressor permanecesse preso. Segundo ela, as medidas protetivas não foram suficientes para impedir novas agressões.
A Polícia Civil registrou o caso como violência doméstica, lesão corporal e descumprimento de medida protetiva com base na Lei Maria da Penha. O acusado permaneceu à disposição da Justiça.
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