Suspeito é o ex-companheiro, que teria premeditado o crime há meses
O caso foi no domingo (22) durante uma missa. De acordo com a polícia, a mulher de 41 anos teria se incomodado com o barulho feito pela criança dentro da igreja. Em seguida, retirou o frasco da bolsa e disparou o spray na direção da menina, do pai e da mãe dela.
Foto: divulgação prefeitura de Sorocaba
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Caso do spray de pimenta em Igreja de Jundiaí gera revolta. Os pais da menina que foi atingida por um spray de pimenta na Catedral de Jundiaí pedem por justiça. Eles dizem que se sentem inseguros depois que a mulher que usou o produto dentro da Igreja foi libertada pela polícia: ela pagou uma fiança de 20 salários mínimos.
O caso foi no domingo (22) durante uma missa. De acordo com a polícia, a mulher de 41 anos teria se incomodado com o barulho feito pela criança dentro da igreja. Em seguida, retirou o frasco da bolsa e disparou o spray de pimenta na direção da menina, do pai e da mãe dela.
A celebração foi imediatamente interrompida e todos os fiéis precisaram sair do templo. A suspeita tentou fugir do local, mas foi contida por frequentadores da igreja até a chegada da polícia. O caso foi registrado como uso de gás tóxico e lesão corporal contra menor de 14 anos. A mulher foi liberada e responderá em liberdade.
Em nota, a Diocese de Jundiaí manifestou “repúdio ao episódio ocorrido” e prestou solidariedade às vítimas. A instituição também afirmou confiar às autoridades civis a apuração dos fatos e a tomada das providências cabíveis.
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