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Campanha nacional busca ampliar o número de doadores e garantir estoques seguros nos hemocentros de todo o país
Foto: Arquivo Pessoal
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Junho é o mês dedicado à conscientização sobre a doação de sangue. A campanha Junho Vermelho reforça a importância da doação de sangue, que pode fazer toda a diferença em momentos críticos. No dia 14, foi celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue, um lembrete da necessidade constante de manter os estoques dos hemocentros abastecidos.
Somente em 2023, mais de três milhões de doações foram registradas no Brasil. Uma única doação pode salvar até quatro vidas, sendo essencial para procedimentos cirúrgicos, emergências, tratamentos contra o câncer e doenças graves. Não há substituto para o sangue humano, e todo o processo é seguro, com triagem rigorosa, exames modernos e sistemas automatizados que garantem a qualidade das bolsas coletadas.
Para menores de idade, é necessário estar acompanhado por um adulto responsável, com a devida autorização reconhecida em cartório.
Antes da doação:
Durante o procedimento, são realizadas etapas de cadastro, verificação de sinais vitais e entrevista clínica sigilosa. A coleta é feita por profissionais de enfermagem, com uso de materiais descartáveis e esterilizados.
Após doar, é importante seguir orientações como evitar esforços físicos, ingerir líquidos, não fumar por duas horas e repousar caso exerça profissões de risco. Em caso de qualquer sintoma após a doação, o doador deve procurar orientação médica ou o posto de coleta.
O sangue doado passa por exames laboratoriais e só é liberado após a confirmação de que está apto para uso. Homens podem doar a cada dois meses, até quatro vezes por ano, e mulheres a cada três meses, até três vezes por ano.
Se você preenche os requisitos e está saudável, procure um hemocentro próximo e doe sangue. Esse gesto simples pode ajudar a salvar vidas em todo o país.
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