Polícia Civil cumpriu mandados em dez endereços e investiga possível estrutura organizada de exploração de jogos de azar.
Outro investigado continua foragido.
Polícia Civil cumpriu mandados em dez endereços e investiga possível estrutura organizada de exploração de jogos de azar.
Monitoramento reforçado acompanha redução da demanda durante os jogos e aumento do consumo após o apito final
Vítima de 26 anos morreu no local após, segundo a polícia, tentar avançar contra um agente com uma faca durante tentativa de abordagem.
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Em uma nova fase da Operação Concierge, contra uma quadrilha voltada a crime contra o sistema financeiro, a Polícia Federal prendeu um dos procurados, na manhã desta segunda-feira (30). O investigado foi preso na cidade de Votorantim e atuava em uma das fintechs investigadas na operação.
Ao notar a chegada dos policiais, o empresário fugiu para a área de mata localizada atrás do condomínio. Lá tentou se esconder, mas foi capturado pelos agentes federais.
Outro investigado continua foragido.
No dia 28 de agosto deste ano, agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de prisão preventiva e temporária e de busca e apreensão em 14 cidades do estado de São Paulo, incluindo Sorocaba, Jundiaí e Votorantim.
Em Sorocaba, um advogado teve o registro da OAB suspenso por envolvimento no esquema.
Diante dos indícios de sonegação de impostos, a Receita Federal esteve em 12 alvos da operação para apreender documentos. A ação policial buscou desarticular uma organização criminosa voltada a crimes contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro por meio de dois bancos digitais.
Segundo a Receita Federal, o esquema funcionava assim:
Uma pessoa física A tinha uma conta aberta com um banco digital ou chamado fintech. O banco teria uma conta corrente no próprio nome em um banco comercial. A pessoa A fazia uma transferência para uma pessoa física B. Mas, como a conta do banco digital seria clandestina, o nome da pessoa física A não aparecia no extrato e sim o da própria fintech titular da conta. Logo a pessoa A ficava invisível no esquema, o que impedia um bloqueio judicial de patrimônios.
Facções criminosas e empresas com dívidas trabalhistas e tributárias participaram das fraudes. Os envolvidos podem responder por crimes de gestão fraudulenta de instituição financeira, operação de instituição financeira não autorizada, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, crimes contra a ordem tributária e organização criminosa.
Vítima de 26 anos morreu no local após, segundo a polícia, tentar avançar contra um agente com uma faca durante tentativa de abordagem.
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