Condenado por roubo, suspeito tentou escapar pelos telhados de residências, caiu durante a fuga e acabou recapturado pela Polícia Militar.
Em sentença proferida pela Justiça Eleitoral de Votorantim, a prefeita Fabíola Alves, juntamente com César Silva e Pastor Lilo, teve sua candidatura cassada devido a participação em culto religioso com fins eleitorais e irregularidades em contratos públicos. A decisão inclui também a inelegibilidade de Fabíola e Pastor Lilo por 8 anos.
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A Justiça Eleitoral cassou a candidatura da prefeita de Votorantim, Fabíola Alves, candidata à reeleição, além de César Silva e Pastor Lilo, em uma ação que investiga abuso de poder político e religioso. A sentença diz que os réus participaram de um culto religioso, onde teriam realizado propaganda eleitoral antecipada e contado com o apoio do líder religioso.
Segundo a ação, além da presença no culto, a municipalidade teria favorecido a igreja ao aumentar o valor do aluguel pago pela prefeitura por um imóvel, um reajuste de 34,10%. O Ministério Público Eleitoral apontou que essas ações configuraram abuso de poder político, comprometendo a equidade no pleito eleitoral.
A decisão resultou na cassação do registro de candidatura de todos os envolvidos, além de declarar a inelegibilidade de Fabíola e Pastor Lilo por oito anos. César Silva, apesar de ter sua candidatura cassada, não foi considerado inelegível, por não ter contribuído diretamente para as irregularidades identificadas.
A Coligação “Pra Votorantim Eu Digo Sim”, por meio de seus representantes, declarou receber com muita indignação a decisão judicial, considerando-a uma penalidade desproporcional. A coligação afirma que Fabíola está sendo perseguida por seu opositor, por ter participado de um encontro religioso e recebido uma oração, prática comum em suas visitas a instituições religiosas. A nota ressalta que Fabíola, a única mulher na história de Votorantim a ocupar o cargo de prefeita, tem enfrentado perseguições políticas e hostilidades.
Os advogados da prefeita e dos partidos informaram que recorrerão da decisão, afirmando que a perseguição visa desequilibrar as eleições e diminuir a força da prefeita, que, segundo a coligação, desponta com grande favoritismo na campanha. A nota conclui ressaltando que a perseguição política e religiosa é uma afronta à democracia, reafirmando o direito de Fabíola de professar sua fé, e que a campanha seguirá pautada pela boa política e pelo cuidado com a cidade
Nós entramos em contato com a candidatura de Pastor Lilo, mas ainda não obtivemos um posicionamento.
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