Ocorrências foram registradas na madrugada deste domingo na Vila Real, Polícia Civil segue em investigação
Diante do aumento de casos e mortes por dengue em Sorocaba, agentes de fiscalização realizam ações pela cidade para combater...
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Ocorrências foram registradas na madrugada deste domingo na Vila Real, Polícia Civil segue em investigação
Conselho Tutelar e Guarda Civil Municipal atenderam a ocorrência no Jardim Santa Rosa e adotaram medidas de proteção.
De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito relatou que é usuário de drogas e estava em abstinência.
Família de Sorocaba participa de audiência pública sobre o Elevidys e tenta sensibilizar autoridades diante da corrida contra o tempo para o tratamento.
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Diante do aumento de casos e mortes por dengue em Sorocaba, agentes de fiscalização realizam ações pela cidade para combater os focos do mosquito transmissor da doença. Entretanto, em 2023 já foram registrados cerca de 4500 casos da doença em Sorocaba, com 3 mortes.
A primeira foi em março, de uma mulher de 59 anos. O segundo óbito foi de um homem, de 33 anos, em abril. E a terceira morte, em maio, foi de um homem de 58 anos.
Dessa forma, segundo os registros da prefeitura, esses números são os maiores desde o surto de 2015 na cidade. Na época foram 55.182 casos e 37 mortes pela doença.
No entanto, de lá para cá, os casos caíram, chegando a apenas 16 em 2018, sem vítima fatal. Mas, em 2019 os números voltaram a subir, com 1081 positivos e uma morte. Em 2020 foram 1847 e nenhum óbito. Em 2021, foram 1222 casos e nenhuma morte. E no ano passado, 1101 casos e uma morte.
Contudo, o combate da doença envolve evitar o acúmulo de água parada e vistorias em locais abertos para impedir a proliferação das larvas do mosquito, como pneus, embalagens, recipientes vazios, caixas d´água e vasos de plantas.
Confira também: Sorocaba confirma terceira morte por dengue no ano
https://youtu.be/4ANn3fJtGDs
No ano passado, Votorantim registrou mais de 550 casos de dengue e precisou adotar medidas emergenciais.
A medida, anunciada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, deve alcançar cerca de 1,8 milhão de pessoas. O objetivo é ampliar a proteção dos grupos mais expostos e reforçar o combate à doença em todo o estado.
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