GAC, BYD e Hyundai apresentam lançamentos que ampliam as opções de veículos elétricos, híbridos e compactos no mercado brasileiro
A Polícia Civil de Minas Gerais identificou, nesta terça-feira (03), a 265ª vítima do rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho. A vítima é um engenheiro de produção que tinha 30 anos na época da tragédia e trabalhava na mineradora responsável pela barragem.
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GAC, BYD e Hyundai apresentam lançamentos que ampliam as opções de veículos elétricos, híbridos e compactos no mercado brasileiro
Investigação aponta que grupo realizava empréstimos sem autorização e causou prejuízo superior a R$ 100 mil
Operação cumpriu mandados judiciais em dois bairros da cidade e recolheu entorpecentes, celulares e outros materiais
Vizinha acionou socorro após ouvir gritos de dor durante a noite; vítima recebeu atendimento médico e caso segue em investigação
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A Polícia Civil de Minas Gerais identificou, nesta terça-feira (03), a 265ª vítima do rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho. A vítima é um engenheiro de produção que tinha 30 anos na época da tragédia e trabalhava na mineradora responsável pela barragem.
A ossada foi encontrada pelo Corpo de Bombeiros na segunda-feira (02) e a identificação foi através da arcada dentária.
O homem nasceu em Jundiaí e se formou em engenharia de produção no Espírito Santo. O engenheiro trabalhava no setor administrativo da empresa há menos de três meses quando a barragem rompeu.
A tragédia foi no dia 25 de janeiro de 2019 e deixou 270 pessoas mortas. Os rejeitos causaram danos ambientais na região e destruiu propriedades residenciais e comerciais, sítios e plantações. O Corpo de Bombeiros deu início, então, à operação de busca e salvamento na área que ainda continua para identificar outras 5 pessoas desaparecidas.
Investigação aponta que grupo realizava empréstimos sem autorização e causou prejuízo superior a R$ 100 mil
Ação conjunta da Polícia Civil e Guarda Municipal resultou na apreensão de cinco equipamentos e na detenção de três pessoas
A Polícia Civil instaurou um inquérito e agora tenta reconstruir os últimos passos do casal para esclarecer as circunstâncias das duas mortes.
A Operação Panóptico teve como alvo uma facção com atuação nacional e ligação com integrantes que comandariam ações criminosas a partir de unidades prisionais.
Ação teve início após um roubo; suspeitos tentaram fugir, mas foram localizados e detidos no bairro Santa Eliza
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