Um grave acidente registrado na manhã desta...
Os moradores do bairro Jurumirim, no limite entre Tatuí e Itapetininga, reclamam das condições da ponte que atravessa o Rio Jurumirim.
ponte itapetininga
Um grave acidente registrado na manhã desta...
Mulher de 67 anos recebeu atendimento da Polícia Rodoviária após se engasgar durante viagem com a família
Audiência pública trata atraso da Anvisa na análise do medicamento Elevidys
Número de vítimas fatais caiu de 54 para 30 na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo o Infosiga
Continua após anúncio
Os moradores do bairro Jurumirim, no limite entre Tatuí e Itapetininga, reclamam das condições da ponte que atravessa o Rio Jurumirim. A cabeceira da ponte cedeu no início de fevereiro e nenhum reparo foi feito.
A ponte teve que ser interditada e a prefeitura de Itapetininga, na época, deu prazo de 40 dias para resolver o problema. Este prazo já passou e a situação continua mesma.
Sem a ponte, os moradores têm que pagar pedágio de cerca de 11 reais na SP-127 para sair do bairro e chegar em Tatuí. O bairro fica a 13 quilômetros do centro de Tatuí e 33 quilômetros de Itapetininga.
Em nota a prefeitura de Itapetininga informou que nesta sexta-feira (18), as equipes de manutenção estão nas obras de reconstrução da ponte no bairro Campo Largo e a previsão é que termine nos próximos dias, e assim que concluídas, as equipes darão início à obra do bairro Jurumirim, onde a estrutura da ponte será substituída.
https://youtu.be/dBB7sGNDpVk
Em dias de chuva, os transtornos se intensificam. Moradores que utilizam um ponto de ônibus localizado na Raposo Tavares enfrentam dificuldades para percorrer o trecho a pé até suas residências
A equipe de jornalismo entrou em contato com a Secretaria Estadual da Saúde, que informou que o fornecimento do leite é de responsabilidade do município.
Grupo tentou impedir início da retirada de árvores e questiona impactos ambientais do projeto na Avenida Dom Aguirre.
De acordo com os relatos, as más condições da estrada têm atrapalhado o transporte feito por vans escolares e até o atendimento do Samu em casos de emergência. Os moradores também afirmam que os buracos e os problemas na via causam prejuízos constantes aos veículos que passam pelo local.
Mensagem atribuída à Cetesb aponta possível origem do odor, mas informação ainda não foi confirmada oficialmente pelo órgão
Receba notícias no seu celular
0 comentários