Suspeito é o ex-companheiro, que teria premeditado o crime há meses
O grupo de atuação especial de combate ao crime organizado), em conjunto com a receita federal e a polícia rodoviária federal realizaram nesta segunda-feira (15) a segunda fase da operação Arinna, que investiga um esquema de adulteração de combustível que movimentou r$ 4,8 bilhões.
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O grupo de atuação especial de combate ao crime organizado, em conjunto com a Receita Federal e a Polícia Rodoviária Federal realizaram nesta segunda-feira (15) a segunda fase da operação Arinna, que investiga um esquema de adulteração de combustível que movimentou R$ 4,8 bilhões.
Ao todo 11 mandados de busca e apreensão foram cumpridos na operação, sendo 9 em São Paulo e 2 no mato grosso. Um mandado foi cumprido em Jundiaí. Segundo as investigações, na cidade, teria uma sede das empresas consideradas de fachada.
De acordo com a polícia foi apurado que os combustíveis eram adulterados, além de um tipo de reagente usado em veículos movidos a diesel para redução de poluente. Durante a operação, documentos, eletrônicos e celulares foram apreendidos.
https://youtu.be/0p5Ch1mdBTY
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